No campo da saúde mental, existem diferentes abordagens da psicologia, que estuda a mente e o comportamento humano, sob diversas perspectivas. Pois, cada uma oferece insights únicos sobre como pensamos, sentimos e agimos.
Neste texto, para que você possa entender cada abordagem, vamos explorar desde as teorias clássicas até as mais contemporâneas. Conheça detalhes!
O que são abordagens da psicologia?
As abordagens da psicologia são diferentes perspectivas, ou maneiras, de entender e estudar o comportamento e os processos mentais humanos.
Nesse sentido, cada abordagem oferece um conjunto específico de teorias, métodos e técnicas, para investigar como as pessoas pensam, sentem e agem. Entre as principais, você encontra a psicanálise, behaviorismo, psicodrama, entre outros.
Confira quais são as 5 principais
Por que existem tantas abordagens da psicologia? A resposta é simples! Os seres humanos têm visões de mundo, pensamentos e comportamentos únicos. Sendo assim, é impossível tratar diferentes pessoas usando uma mesma técnica.
Diante disso, as diferentes abordagens ajudam a explicar a complexidade da experiência humana, sob diferentes ângulos. Nas linhas abaixo, confira quais são as 5 abordagens mais conhecidas e utilizadas pelos profissionais:
1. Psicanálise Freudiana – Sigmund Freud
A Psicanálise Freudiana, desenvolvida por Sigmund Freud, funciona através da exploração do inconsciente. Nela, acredita-se que grande parte dos conflitos psicológicos e traumas estão armazenados.
Nessa abordagem, Freud propôs que esses conflitos, muitas vezes originados na infância, influenciam o comportamento e as emoções de uma pessoa de maneira inconsciente.
O profissional que trabalha com a psicanálise recebe o nome de psicanalista. Na sua rotina profissional, ele utiliza técnicas como a associação livre, onde o paciente é incentivado a falar livremente sobre seus pensamentos, sonhos e sentimentos.
Visto que o objetivo final do tratamento é trazer à consciência esses conflitos inconscientes. Pois, Freud acreditava que isso possibilitaria ao paciente melhor lidar com seus problemas emocionais e comportamentais.
2. Behaviorismo – John B. Watson
Fundado por John B. Watson, o Behaviorismo foca no estudo do comportamento observável, descartando a análise dos processos mentais internos.
Isso porque, Watson acreditava que o comportamento humano e animal poderia ser explicado, em termos de respostas a estímulos ambientais. Para ele, a psicologia deveria ser uma ciência objetiva e experimental, concentrando-se exclusivamente no observável e medido.
Nesse caso, o profissional que adota a abordagem behaviorista trabalha com a modificação do comportamento, mediante técnicas de condicionamento. No nicho, existem duas técnicas abordadas: condicionamento clássico e condicionamento operante.
Na prática, o behaviorista pode trabalhar em diversas áreas, como educação, psicologia clínica, ou psicologia organizacional, aplicando técnicas de modificação do comportamento. Principalmente, para tratar fobias.
3. Psicodrama – Jacob Moreno
No Psicodrama, criado por Jacob Moreno, são utilizadas técnicas dramáticas e teatrais, para explorar e resolver conflitos emocionais e psicológicos.
De modo geral, essa abordagem se baseia na ideia de que, ao dramatizar situações da realidade ou fantasias, os indivíduos podem expressar emoções reprimidas, ganhar novos insights e experimentar diferentes papéis e perspectivas.
Conhecido como psicodramatista, o profissional conduz sessões em grupo ou individuais, onde os participantes são incentivados a atuar em diversas cenas.
Durante a sessão, ele pode utilizar técnicas como o espelho, onde um participante observa outro, representando seu comportamento.
4. Análise Junguiana – Carl Jung
Carl Jung desenvolveu a Análise Junguiana, acreditando que é possível tratar questões da mente, apenas focando em símbolos, arquétipos e mitos, que emergem da psique.
Jung acreditava que o inconsciente coletivo – uma camada compartilhada de experiências humanas – influencia profundamente o comportamento e o desenvolvimento pessoal.
Por esse motivo, seu processo terapêutico envolve a exploração dos sonhos, fantasias e imagens simbólicas. Já que segundo Jung, essa técnica ajuda o indivíduo a entender diferentes aspectos de sua personalidade, promovendo o crescimento pessoal e a individuação.
Geralmente, esse tipo de análise pode ocorrer em ambientes clínicos, como consultórios de psicoterapia e centros de saúde mental. Ou, em contextos de coaching e desenvolvimento pessoal.
5. Terapia Cognitivo-Comportamental – Aaron Beck
A Terapia Cognitivo-Comportamental, conhecida popularmente como TCC, foi criada por Aaron Beck. Nela, o tratamento se concentra na relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos.
Seu conceito parte do princípio de que, pensamentos distorcidos ou negativos, podem levar a emoções e comportamentos prejudiciais. Sendo assim, a mudança desses padrões de pensamento, pode resultar em melhorias no bem-estar emocional e comportamental.
Ao longo do tratamento, a TCC é estruturada focando em metas específicas. Geralmente, metas de curto prazo, com ênfase na resolução de problemas e na reestruturação cognitiva.
No mercado de trabalho, o profissional pode aplicar a TCC em consultórios particulares, clínicas de saúde mental, hospitais e centros de tratamento.
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